Terça-feira, Novembro 3

Por que os supermercados ainda são tão ruins?

Nota Zero

O varejo que me perdoe, mas não consigo ver graça em ir a um supermercado hoje em dia. Aliás, falar em ir a uma loja dessas, é sinônimo de desânimo e frustração. Não é pra menos. Os supermercados - pelo menos na região onde moro - não oferecem nenhum tipo de inovação e também não se preocupam em ter nenhuma 'iniciativa' pra melhorar o serviço ao cliente e a experiência de compra não traz nenhuma satisfação. Prova disso é o relato que ouço de pessoas quando têm que ir ao supermercado.

Daí eu fico pensando. Em relação à crise, o varejo em geral, principalmente o varejo de alimentos foi o que menos sofreu com a crise, pois o brasileiro, segundo pesquisas das Nielsen, aceita tudo, menos comer mal. Baseado nisso, podemos concluir que o setor supermercadista nunca esteve numa situação tão confortável. Por que então, que essas lojas tratam o cliente como se o cliente é que precisasse deles?

Algumas reflexões:
A primeira coisa é você chegar a um supermercado e ter que prometer ao moleque umas moedinhas pra ele não arranhar seu carro (se estiver de carro) - Será que o estacionamento não pode ter um vigilante ou contratar os próprios flanelinhas pra tomar conta dos carros já embutido no preço?

Uma outra questão assustadora é que ninguem nota a sua presença entrando na loja e nem depois que voc~e está comprando - calor humano não faz mal;

Ainda outra bronca é que os supermercados deveriam ter um sistema de senhas logo na chegada para quem vai utilizar o serviço do açougue. Assim, o cliente já fica 'esperto' sobre a hora de ser atendido e não passa frio na fila do açougue - oferecer tempo ao cliente não é importante?

Um passo importante é ter guias tipo 'posso ajudar' (pelo menos dois) dentro das lojas. Isso ajudaria bastante aos idosos, aos perdidos e aos certinhos (também) localizarem produtos nas seções que mudaram de lugar (ou não). E olha que mudança de seções ocorrem frequentemente em supermercados. Tem um supermercado em São Paulo que oferece toalhinhas perfumadas no caixa, para quando o cliente pagar, ele retirar uma toalhinha e higienizar sua mão. Legal, mas por que ninguém fez isso aqui?

Uma outra coisa: por que existem caixas para pessoas que compram pouco mas não existem caixas para quem compra muito? Tipo quem compra acima de dois carrinhos, pode ter dois caixas exclusivos. Parece loucura mas não é. Isso é oferecer tempo ao cliente.

Sabe-se que os homens atrapalham bastante as mulheres comprando. Por que então que os supermercados não criam um 'Lounge' para os homens ficarem degustando calbresa, vinho e assistindo o futebol de sábado à tarde? Quanto será que as mulheres gastariam a mais só com essa atitude do dono da loja? - e ainda acabaria com as brigas no casamento em relação a isso.

Emfim, talvez a coisa mais ruim que os supermercados fazem para se tornarem tão ruins em experiência de compra, é não ouvir o cliente que toda hrra está reclamando. É incrível mas a obviedade em relação aos clientes ainda não chegou às lojas daqui da minha cidade e acho que da região como um todo.

Desta forma, só me resta rezar para que um dia alguma loja de porte ou uma crise de verdade venha a afetar esse setor, pois acho que só assim eles começarão a olhar o cliente mais como 'gente' e não apenas como frequeses.


CRM
Prefiro então as mercearias de antigamente (lembra?), onde os Seu Zé ou o Seu Tião, davam bom dia, ofereciam opções, anotavam na caderneta, trocava seu passe escolas por doces e ainda davam um prazão pra pagar quando pudesse. Será que os supermercados não tem nada a aprender com as mercearias de bairro antigas?

É crise!

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# postado por Gerir Consultoria e Treinamento : 11/03/2009  0 Comentários

Segunda-feira, Outubro 19

Empreendedorismo social


Reflita e Empreenda!


Essa é para pensar, afinal para quem acredita ou acreditava (como eu) que as instituições ou grandes corporações dominariam o mundo, há algumas controvérsias surgindo. É o caso do Grameen Bank, iniciativas do Google para mapear unidades indígenas no mundo, fornecedoras de energia na África que oferecem energia pré-paga como em forma de cartão de celular entre tantas outras. Esta é a nova mentalidade de ter empresas com cunho social e gerar renda sustentável. Alguns queridinhos da net já avançam com uma temática meio disfarçada de ganhar dinheiro como o Bill Gates. 


C.K. Prahalad, autor muito conhecido no meio acadêmico, escreveu a algum tempo A Riqueza na Base da Pirâmide. Nesse artigo ele refletia sobre a necessidade de as empresas observarem melhor as pessoas de baixa renda como oportunidade de adaptação de seus produtos e de mercados lucrativos. 


A verdade é a seguinte: muitas empresas começaram a ver com a ajuda do artigo de Prahalad, que não conseguiriam crescer mais nos países desenvolvidos. Daí os pobres dos continentes menos favorecidos viraram um algo fácil.


Mas como tudo na vida isso tem um lado bom. As empresas (algumas) estão vendo isso não somente como oportunidade de negócio mas como forma de contribuir realmente com as sociedades. Daí também saem as empresas ou start-ups sociais, que tem a missão de contribuir na Base da Pirâmide como células de desenvolvimento onde a arrogância das grandes empresas e do governo não chegam.


Pense nas oportunidades:
No Brasil,  há mais de 120 milhões de pessoas nas classes C, D e E;
Essa parcela da população movimentou R$ 550 bilhões em 2007;
Na classe C, a renda familiar média mensal é de R$ 1.062,00;
75,5% dos internautas estão na base da pirâmide.


Faça o seguinte: Entre em crise de vez em quando!


P.S. Conheça o projeto de empresa dois e meio: http://projetosetor2emeio.blogspot.com/

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# postado por Gerir Consultoria e Treinamento : 10/19/2009  1 Comentários

Quinta-feira, Outubro 15

Curso Marketing Pessoal


Uma experiência!


Estar sempre em crise não á facil. E começar uma start-up também não é nada fácil. Estou sentindo um medo característico das coisas quando são desafiadas. Mas também a incerteza traz novos horizontes não é mesmo?
O que conforta é uma frase enigmática do livro Quem mexeu no meu queijo que diz assim:
O que você faria se não tivesse medo?


Esse tem sido o meu mote utlimamente. Como fazer as coisas com paixão? Como se fosse a primeira vez que você estivesse fazendo? E mais: se eu não tivesse medo, como eu faria melhor?


São questões que estão me movendo. Como lecionar melhor e além disso inserir mais gente na rede do conhecimento? Como fazer a família dos meus alunos participarem de suas atividades escolares?


De repente é por que hoje é dia dos professores e nas horas vagas eu em considero um. Sei lá. Vai entender a mente.


Sucesso!


Sempre em crise

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# postado por Gerir Consultoria e Treinamento : 10/15/2009  0 Comentários

Quinta-feira, Outubro 1

Google lança o novo Wave


O Google não pára

A fim de acompanhar as tendências da net, o Google lançou esta semana o Google Wave. Não é pra menos. O crescimento das redes sociais como Ning e Facebook estão 'forçando' as empresas de mídia na rede a se reiventarem todo o instante. Mas isso para o Google não é dificuldade.

Bem, basicamente o Wave é lançado para ser um dos primeiros produtos da era 3.0. A ideia é uma plataforma de troca de informações na web, substituindo e-mails, mensagens instantâneas e permitindo o uso de aplicativos em tempo real.

O Wave é voltado para desenvolvedores de aplicativos na internet selecionados pelo Google. É a era da participação e da criação dos produtos colaborativos. Como escrito em Wikinomics, os Prosumidores serão a bolda da vez.



Comentário Geral
E tem gente que não vê importancia dos negócios na internet ainda. Em recente estudo apresentado do Seminário do e-commerce em São Paulo, o comércio eletrônico deve fechar 2009 com um faturamento de R$ 10,5 bilhões, e chegou a 11,5 milhões de compradores on-line com tiquete médio de R$ 323 por compra. Um dado preocupante é que 80% do capital circulante na web das transações do e-commerce pertence a poucos - e grandes - empresas.

É crise!

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# postado por Gerir Consultoria e Treinamento : 10/01/2009  0 Comentários

Quarta-feira, Setembro 30

Sinceridade


Sempre em Crise


Eu desisto. Não dá pra segurar. É um segredo: Não consigo parar de escrever, ler e pesquisar. Não posso evitar. Mas deve ter um lado bom: numa sociedade onde poucos escrevem, eu declaro essa anomalia. Só queria ter mais tempo, mais inspiração e mais recursos. Quam sabe até mais reconhecimento?


Queria mesmo era ganhar dinheiro com isso. Mas a inspiração não me deixa parar. Só que ela demora a vir de vez em quando. Quando a gente gosta de uma coisa, faz até de graça (diz o ditado). Mas fala sério: quantos têm esse privilégio?
Muitos gostariam de estar aqui, sentado, refletindo ideias, fazendo uma das coisas mais facinantes e que nos torna humanos!


E vocÊ? Alunos, amigos, fãs, escrevam também! Dêem notícias. Notícias novas, velhas, inóspitas, mas tentem! Que tal?


Obrigado pela paciência!
O sempre em Crise comemora neste mês, 3 anos de vida!


Muita crise ainda há pela frente.
Até breve!

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# postado por Gerir Consultoria e Treinamento : 9/30/2009  0 Comentários

Quinta-feira, Setembro 10

Em crise com os modelos pré-estabelecidos

O padrão ouro

As vezes ficou pensando por que sofremos uma pressão tão grande da sociedade como um todo. Me refiro ao que devemos ser, do que devemos fazer, do curso tal, da empresa x e pós aí vai.

Há alguns dias fiz uma palestra pra estudantes abordando justamente o termo: Sucesso x Felicidade. Como sou curioso, antes da palestra procurei ler e analisar compulsivamente sobre o assunto e tive uma triste confirmação: a globalização está nos fazendo ser cada vez mais padronizados. Nos fazendo proceder comparações com um modelo já estabelecido e pronto. O que prejudica a individualidade, o único de cada um. E é justamente isso que vem atrapalhando muita gente principalmente jovens a entrar no mercado de trabalho e conseguir melhores resultados na vida.

É fato que precisamos de uma dose de cobrança de cada dia. Mas há uma cobrança excessiva aos jovens pra que eles dêem um resultado no Enem, por exemplo. Quem está em outro estágio (faculdade) tem que dar conta das provas e além de tudo, de fazer um bom exame do provão (Enade) e por aí vai. Como sabemos existe o padrão de vestimenta, de fala, de assistir o mesmo filme etc.

A filósofa Viviane Mosé e o grande escritor Eduardo Giannetti da Fonseca falam sobre isso em alguns vídeos que assisti. É preciso sempre procurar encontrar o tal Equilíbrio. Só assim poderemos conviver melhor com as cobranças. Mas pra isso é importante também conhecer mais a si mesmo. Viajar mais pra dentro de si (que conversa louca é essa!). A filosofia nesse quesito ajuda bastante. E ela anda meio esquecida por aí. Na verdade, como os exames e os parâmetros mercadológicos é que importam, todas as disciplinas que falam sobre a vida ficam pra depois. É uma pena.

Mas uma coisa que ajuda bastante também é a Atitude. E atitude vem de Atenção, que é a primeira virtude do budismo. Atenção para a vida, para as pequenas coisas, para o óbvio esquecido. E a partir da atenção que se pode gerar um estado mental de crise e de atenção por consequência.

Voltando à questão da cobrança e pressão excessiva, deixo essa dica a quem lê este post: procure ser mais curioso em relação a si mesmo; Busque o equilíbrio e busque ter atitude. É algo que, pessoalmente, vejo que anda faltando nas pessoas em geral, mas mais ainda nos jovens. Nas palestras que faço, sempre encontro as pessoas mais preocupadas em não ter atitude nenhuma e seguir algo 'pronto' do que tentar algo novo, ser diferente, ouvir um som diferente etc. E isso é uma questão muito importante. Mãos à obra.

Sucesso!

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# postado por Gerir Consultoria e Treinamento : 9/10/2009  1 Comentários

Quarta-feira, Agosto 26

A internet agora na tomada

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) determina que lucro obtido com o serviço deverá baratear as contas de energia elétrica em todo o Brasil


Vi esta notícia ontem no noticiário da Rede Brasil e vi também no Meio e Mensagem do uso da internet através da rede elétrica. Veja a notícia:
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira, 25, as regras que permitem a utilização da rede elétrica como meio de condução dos sinais de televisão por assinatura e internet. As redes poderão ser compartilhadas, ou seja, portar tanto eletricidade como sinais de TV e internet, desde que garantindo a qualidade de todos os serviços utilizados. A aprovação da tecnologia que suporta o serviço, conhecida como Power Line Communications (PLC), segundo a Aneel, representa a "introdução de novos usos para as redes de distribuição de energia elétrica, sem que haja necessidade de expansão ou adequação da infraestrutura já existente".

Além dos serviços de internet banda larga, voz e vídeo para os consumidores, o PLC permite que as distribuidoras incorporem serviços de "telemedição", como leitura remota de medidores, corte e religamento à distância; supervisão do fornecimento e da qualidade da energia; controle das perdas técnicas e comerciais, e monitoração remota das redes elétricas.

Mas as distribuidoras de energia elétrica não podem ainda oferecer TV por assinatura e internet. Caso o desejem, precisarão criar uma subsidiária e pedir autorização para a Anatel.

Contas mais baratas (será?)
Pela determinação, os lucros obtidos com a distribuição de televisão por assinatura e internet resultarão em redução de custos para os consumidores de energia elétrica. Além disso, "os consumidores de telecomunicações também serão beneficiados, pois o uso de redes existentes evita custos com implantação de novas infraestruturas", afirmou nota da entidade publicada em março passado.

Segundo o portal G1, o serviço não estará disponível de imediato, porque o início das operações em cada região depende das distribuidoras. Especialistas ouvidos pelo O Globo dizem que o prazo é de 12 a 18 meses.

O futuro já chegou!

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# postado por Gerir Consultoria e Treinamento : 8/26/2009  0 Comentários

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