
Uma abordagem sobre a novela dass mídias de massa
Já não é novidade que os impérios de mídia de massa estão ruindo. Como publicado aqui recentemente, a TV aberta começa a enfrentar uma crise sem precedentes assim como o dólara americano etc e tal.
Quem está acompanhando as mudanças vem percebendo que a Globo, principalmente, vem sofrendo mais com a mudança sutil, mas presente do novo consumidor. O fantástico tem perdas de audiência sistemáticas; As novelas das 8 já não atingem 80% da audiência (a não ser quando se tenta colocar temas polêmicos como homossexualismo, brigas de parternidade etc); e agora o futebol de domingo também já não anima os papais de plantão na sala. E agora com a queda do Coringão pra segundona, piorou tudo.
O campeonato da segunda divisão é transmitido pela RedeTV. O que fazer? A globo vai transmitir os dois campeonatos?
A verdade é que nenhum outro time movimenta ainda tantos telespectadores quanto o Corinthians.
Acho que a solução vai ser criar um campeonato misto...
Em se tratando de Brasil, não acho difícil.
Redação do Sempre em Crise.
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Variedade x Decisão
Será que entramos numa era em que as escolhas não terão mais fim? Observem que hoje, a qualidade e preços semelhantes e a variedade de produtos aumentaram bruscamente. Como Tofler disse, as informações aumentaram de forma brutal, mas a nossa capacidade e discernimento para decidir, não acompanharam essa lógica. É por isso que as musicas não emplacam mais com tanta força, as roupas e a moda estão se fragmentando e se globalizando ao mesmo tempo e o buzz marketing voltou em evidência. Há a demanda pela cultura de massa, mas parece que ela está perdendo força. Como diferenciar-se então?
Entender muito bem os mercados, saber segmentá-los e identificar nichos nunca foi tão importante. E isso não é tão fácil quanto parece. Eu por exemplo estou tendo dificuldades em identificar um nicho para certo mercado em que eu estou tentando entrar. Os nichos são como minas de ouro, difíceis e raras de serem encontradas. E elas só são encontradas através de muita percepção e análise.
Algumas verdades inconvenientes
1 - A criatividade e a inovação estão mandando os mercados. Não acredita? E o exemplo da Apple com seus aparelhos focados no design e inovação?
2 - A capacidade de aprendizado. Como Peter Senge (e-learning) já sugere a capacidade de aprendizado está determinando também as estratégias empresariais. Veja o exemplo da IBM que vendeu todo o seu know-how de hardware e está focando cada vez mais em serviço. A capacidade de aprender e desaprender estão se tornando sine qua non.
3 - A democratização de tudo. Está se tornando impossível também impor alguma coisa. As pessoas estão refratárias a muita balela. Um exemplo é a industria de música que sempre impôs regras no mercado e hoje está em estado de demolição. As pessoas estão comprando mais musica? Não, pelo contrário, em princípios de 2006
[1] o Ipod já havia vendido 42 milhões de aparelhos e 1 bilhão de faixas musicais pelo Itunes, média de 24 faixas por aparelho.
As vendas de CDs caíram 20% desde o lançamento do iPod. Os usuários estão enchendo seus HDs de músicas e compartilhando-as com amigos. E isso está ditando o mercado. Por que então que a industria de música ainda não mudou? Por que sua margem mundial de vendas de CDs ainda é alta e não chegou nas classes pobres. Porém, nas classes pobres existe um outro problema para a indústria de música que é a pirataria.
Outros mercados vêm sofrendo com a mudança do poder trocando de mão. O cliente que antes era obrigado a comprar o que tinha, hoje compra se der na telha e, pra fazê-lo, pesquisa muito, informa-se, pega referências e etc e tal.
Emfim resolvi escrever estes insights pra provocar uma reflexão em relação a todas as nossas atividades, empresas e na sociedade. Será que os outros mercados, como o de petróleo, por exemplo, não estão começando a sofrer o mesmo efeito dos mercados de mídia. A pressão ambiental e da sociedade não serão determinantes para a sobrevivência deste segmento? Cabe pensarmos.
Danilo Mota
[1] A Cauda Longa de Chris Anderson. Editora Elsevier.
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Esse Google, continua dando trabalho...pra concorrência.
Cerca de 67% da população brasileira nunca acessou a web, segundo o Comitê Gestor da Internet. Mas existem 106,6 milhões de celulares no País, ou 56 aparelhos para 100 habitantes. Por isso, o site de buscas Google estuda como utilizar esse meio. A solução parecem ser as mensagens de texto, segundo o mexicano Daniel Alegre, diretor para a América Latina do Google. O primeiro passo foi o uso das mensagens de texto no Orkut, lançado no começo do ano. 'O serviço foi desenvolvido com os engenheiros do Google no Brasil, para ser adotada no mundo todo', diz Alegre. O Google tem um centro de pesquisa em Belo Horizonte, criado com a aquisição da Akwan, uma empresa local.
Jornal do dia Petrobras.
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Pra quem acompanha bem o inglês, assistam a esse vídeo que está sendo replicado no mundo todo sobre o duelo de titãs: Steve Jobs e Bill Gates frente -a- frente. Confiram!
Acesse o link:
http://link.brightcove.com/services/link/bcpid452319854/bctid958634947Marcadores: mercado, Mídia
Dados de abril apontam marca de 21 horas e 44 minutos por usuário na web
22/05 - 12:25
O Ibope Net/Ratings anuncia um novo recorde na internet brasileira. Segundo informações do Instituto o mês de abril alcançou a marca de 21 horas e 44 minutos por usuário na web. Esse é o maior período de utilização da internet desde setembro de 2000, e faz com que o País na liderança de uso doméstico em todo mundo. O tempo é 49 minutos (ou 3,9%) maior se comparado com março.O número de pessoas com acesso à rede mundial continou em 25 milhões de brasileiros, enquanto os que possuem acesso à web em qualquer ambiente (casa, trabalho, escolas, universidades e outros locais) variou 0,8% - passando de 32,9 milhões para 33,15 milhões. O crescimento anual de horas navegadas é de 11,8%. Segundo Alexandre Sanches Magalhães, coordenador de análise do Ibope, “a influência de melhores conexões e conteúdos mais atrativos e que demandam mais tempo do usuário ajudam a explicar esse novo recorde”. Estados Unidos, com tempo médio por internauta residencial de 18h49min, França, com 18h32min e Espanha, com 18h30min, ficaram na segunda, terceira e quarta colocação por tempo de utilização, respectivamente.
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