quinta-feira, março 18
Expectativa é que o ritmo de crescimento se mantenha e que as vendas online somem 13,6 bilhões ao final do ano
Desconsiderando as vendas de passagens aéreas, automóveis e leilão pela internet, o comércio eletrônico brasileiro fechou 2009 com faturamento de R$ 10,6 bilhões. Segundo o relatório Web Shoppers - divulgado semestralmente pela consultoria e-Bit - os números superaram as expectativas traçadas diante de um ano de crise econômica mundial. "O setor apresentou crescimento cerca de 10% superior ao que estimávamos no final de 2008. Houve, de fato, uma certa retração no primeiro semestre, mas a recuperação foi bastante representativa nos últimos seis meses", colocou Pedro Guasti, diretor geral da e-Bit.
De acordo com o executivo, essa também seria a razão para que, pela primeira vez na história, o faturamento do Dia das Mães fosse ultrapassado por outra data comemorativa. No caso, os valores movimentados pelo Dia das Crianças foram cerca de R$ 10 milhões superiores.
Com tíquete médio de R$ 335, o comércio eletrônico ganhou ainda novos consumidores e viu sua base de clientes aumentar em 33% no período de um ano. "Desses, cerca de 60% são consumidores com menor poder aquisitivo", acrescenta Guasti, que credita esse crescimento ao aumento no índice de confiança dos internautas, já que mais de 86% das pessoas que compraram online se disseram satisfeitas em pesquisa.
"Esse tópico também é observado quando fica evidente que as primeiras compras não são mais formadas por itens de pequeno valor. As pessoas já começam suas vidas de e-consumidores comprando eletrodomésticos, por exemplo", explica.
Com a perspectiva de que o crescimento seja mantido - principalmente em razão do avanço dos grandes varejistas na rede -, consultoria estima que, até o final do ano, o comércio eletrônico fature cerca de R$ 13,6 bilhões. Os números, de acordo com Guasti, são bastante realistas e devem ser atingidos por ser esse um ano de Copa do Mundo e recuperação econômica definitiva.
Marcadores: Informação, internet, marketing
domingo, dezembro 13
A internet não para de crescer
Crescimento contínuo
Em três anos, o número de internautas cresceu 75,3% no Brasil. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta sexta-feira, 11, no final do ano de 2008, 56,4 milhões de brasileiros (com idade superior a dez anos) tinham acesso à internet - o que correspondia a 34,8% da população. Em 2005, esse número era bem menor: eram 31,9 milhões de pessoas.
Ao analisar o crescimento o IBGE destaca que boa parte dos novos internautas são provenientes das camadas de baixa renda, o que aponta para uma maior difusão da inclusão social. Apesar disso, o país ainda encontra-se bastante atrasado em relação a outras nações em termos de acesso à internet.
De acordo com ranking da Internet World Statis, a porcentagem da população com acesso à internet é bem menor no Brasil do que em países vizinhos, como a Argentina, Chile, Uruguai e Colômbia. Segundos os coordenadores do IBGE, os atrasos da difusão digital brasileira ainda estão atrelados a outros problemas estruturais do País, como o acesso á educação e a distribuição de renda.
Apesar de ainda ser considerada baixa, a média de acesso á internet no Brasil ainda foi maior do que a da América Latina. Considerando todo o continente sulamericano, aproximadamente 30,5% da população possui acesso à internet. Campeã do ranking do instituto, a América do Norte tem 74,2% de sua população conectada. Na sequência, aparecem a Oceania, com 60,4% e a Europa, com 52%. Entre os continentes, a África aparece com a menor média, com uma porcentagem de 19,4% de sua população com acesso à internet.
Com informações da Reuters.Marcadores: internet, pesquisa
quinta-feira, outubro 1
O Google não pára
A fim de acompanhar as tendências da net, o Google lançou esta semana o Google Wave. Não é pra menos. O crescimento das redes sociais como Ning e Facebook estão 'forçando' as empresas de mídia na rede a se reiventarem todo o instante. Mas isso para o Google não é dificuldade.
Bem, basicamente o Wave é lançado para ser um dos primeiros produtos da era 3.0. A ideia é uma plataforma de troca de informações na web, substituindo e-mails, mensagens instantâneas e permitindo o uso de aplicativos em
tempo real.
O Wave é voltado para desenvolvedores de aplicativos na internet selecionados pelo Google. É a era da participação e da criação dos produtos colaborativos. Como escrito em Wikinomics, os Prosumidores serão a bolda da vez.
Comentário Geral
E tem gente que não vê importancia dos negócios na internet ainda. Em recente estudo apresentado do Seminário do e-commerce em São Paulo, o comércio eletrônico deve fechar 2009 com um faturamento de R$ 10,5 bilhões, e chegou a 11,5 milhões de compradores on-line com tiquete médio de R$ 323 por compra. Um dado preocupante é que 80% do capital circulante na web das transações do e-commerce pertence a poucos - e grandes - empresas.
É crise!
Marcadores: Informação, internet, marketing
sexta-feira, agosto 8
O novo insight do marketing
O que é SEM?Por isso que eu gosto do marketing. Tem sempre novidade. A última, que eu até comentei na sala com meus alunos, e para deixá-los loucos é o
SEM – Search Engine Marketing.
Não se trata de brincadeira. É sério. O search engine (engenharia de busca) cada vez mais ganha adeptos no mundo da tecnologia, tanto dos geeks quanto dos usuários mais normais e, principalmente, dos caras do marketing. Trata-se do novo estudo do marketing voltado à engenharia de busca na internet. Os grandes anunciantes já estão descobrindo como se beneficiar dessa ferramenta. Mas para obter retorno sem gastar muito, gerar visitantes em suas páginas de internet, vender, promover produtos, aliar as estratégias de comunicação tradicionais com as digitais e tornar conhecida a marca, os anunciantes precisam pensar em
SEM e SEO.
Por ultimo o SEO, sigla em inglês de Search Engine Optmization, significa a otimização dos sites. É o conjunto de técnicas implementadas dentro fora dos sites de forma a potencializar seu resultado em buscas orgânicas. É a habilidade de entender o funcionamento dos algoritmos dos “buscadores” e reescrever os sites de modo a atender todos os critérios importantes que o farão ser considerado, naturalmente, um dos mais relevantes para o termo pesquisado, aparecendo nas primeiras posições dos resultados de busca que não sofrem influencias comercial (links patrocinados). Enfim, um site bem feito possui um índice de conversão cinco vezes maior do que uma visita gerada por um banner!
Sei que tudo isso parece doideira. Mas teremos que enfrentar pois o segmento de busca no marketing é o que mais deverá crescer no Brasil. Por ser uma forma menos intrusiva de propaganda e impactar o consumidor quando ele está à procura de informações sobre o assunto de seu interesse e aberto a receber a comunicação e informações do anunciante ou, simplesmente, porque não existe internet sem busca.
Em 2007, foram vendidos mais computadores que TVs.O investimento publicitário on-line aumentou 45% no Brasil, com um crescimento superior ao de qualquer outro meio. De acordo com o projeto Inter-Meios, corresponde a uma fatia de 2,8% do bolo publicitário, menos que os 3,4% da TV paga e equivalente a R$ 527 milhões. Pouco, quando comparado com os EUA onde a publicidade on-line movimentou o equivalente a 9% do bolo publicitário. Nisso tudo pesa o fato de que em 2007, os computadores foram mais vendidos que aparelhos de TV no país.
É inegável a contribuição da busca para a publicidade on-line. É uma forma democrática que permite a empresas de todos os tamanhos – das micros às grandes -, se tornarem anunciantes da era digital. De outra parte, pesquisas apontam que uma campanha de marca gera muito trafego nos “sites de busca”, daí a importância de estar bem posicionado tanto nos resultados orgânicos quanto nos links patrocinados.
Não só palavras
Em breve não serão só “palavras”. As ferramentas de busca como o Google usam o tópico digitado para identificar as inter-relações que existem entre diferentes páginas, além de verificar a existência do termo “busca” em páginas individuais. Ao buscar na internet informações sobre um hotel para passar as férias no Rio de Janeiro, por exemplo, o internauta muitas vezes tem que ir pesquisando uma longa lista de estabelecimentos, muitos sequer são hotéis. Não é o modelo ideal ainda. Num futuro próximo, a ferramenta de busca deverá estar incorporada em uma série de outros conteúdos, unindo imagens, vídeos, músicas ou qualquer outro muito além dos links azuis. O buscador Yahoo!, por exemplo, já anunciou que vai usar novos elementos de linguagem em suas páginas com o objetivo de melhorar o entendimento do conteúdo delas, o que pode revolucionar a forma de buscar informações no universo virtual. De qualquer maneira, os hiperlinks tradicionais continuarão a ser a porta do genérico para o específico, e para esse outro mundo de imagens, gráficos, animação e sons.
Até a próxima!
Marcadores: internet, marketing, search engine
sábado, fevereiro 9

O fim do controle
Conteúdo próprio, desmistificação de temas através da pesquisa individual ou coletiva; a queda do mercado de música e agora de filmes de Hollywood. O que essas vertentes têm em comum?
Todas essas citações fazem parte do que podemos chamar de fim do controle.
Cada vez mais se houve falar de empresas que tentaram entrar desastrosamente em comunidades, fóruns e debates na internet a fim de interagirem e foram rechaçadas pelos plugados de plantão.
A questão é que na internet, diferente do mercado tangível comum, o cliente diz o que quer, faz o que quer, enfim, tem o poder. E isso não agrada os grandes conglomerados de mídia, que passaram a estudar ferozmente a grande rede mundial de computadores.
A verdade é que o controle e a massificação da mídia está diminuindo.
Empresas comumente acham que conhecem seus mercados e costumam generalizar ou padronizar a sociedade através de estratificação de mercados. Mas com a Cauda Longa aumentando, como conhecer um consumidor? A verdade é que cada “prossumidor” será um target único.
É preciso entender o mercado de internet como muito diferente do mercado comum. E isso envolve deixar o controle e dar a permissão, assim como ensina Seth Godin. É preciso entender também que há marcas ou assuntos em que os internautas não se estimulam a falar. A Coca-cola traz admiração ela tem aderência junto aos seus admiradores por alguma razão, e por isso, identifica várias comunidades. Mas por outro lado é preciso entender que existem outros refrigerantes que não atraem a atenção do prossumidor.
Mas há empresas que teimam em entrar com ações contra blogueiros, perseguir comunidades, gerar cada vez mais comentários virais, só que negativos sobre si mesmos, o que denigre cada vez mais a imagem das empresas.
A dica principal é monitorar e estimular o consumidor a falar da sua marca, encorajar as pessoas a dizer a verdade sobre seu produto. Isso é salutar. Tudo com transparência. Não desencoraje as redes, pode ser pior.
Como disse Marcelo Coutinho, a comunicação com as comunidades não é discurso, é diálogo.
Danilo Mota.
Marcadores: business, Informação, internet
quarta-feira, novembro 14

A web 2.o é uma ameaça a cultura?
A internet tem essa desvantagem de tornar as idéias e até produtos com um ciclo de vida de produto muito curto. E, segundo o estudioso Andrew Keen, o que a mídia vem chamando de web 2.o não passa de uma jogada de mercado para alimentar profissionais que não conseguiram atuar na grande mídia. Esse pensador inglês e crítico da web colaborativa, considera esse movimento uma “picaretagem.” Pioneiro na internet nos anos 90, ele é autor do livro “O culto do amador” (ainda sem tradução para o português), que comenta as falácias da internet na sua visão.
Frases contundentes do cara:
“Mais e mais pessoas pensam que a música deve ser livre e estão roubando-a”.
“A democratização da mídia formará uma nova oligarquia, pois a democratização não existe. Existe um pequeno grupo comandando a web 2.0.” - A Oligarquia a que se refere Keen, segundo ele são formados por jornalistas fracassados que não conseguiram serem bem-sucedidos e encontraram na web 2.0 uma válvula de escape.
Esses jornalistas atendem a interesses de acionistas de empresas como Gooogle e Myspace a quem estão ganhando dinheiro.
“Na mídia tradicional há meios de checagem das informações, no mundo on-line, não”.
“No mundo on-line, não sabemos quem são essas pessoas que operam em sites como Digg.com (o site que estabelece um ranking de notícias interessantes com base no voto de internautas), Reddit ou Wikipédia. Elas poderiam estar num programa do governo, numa organização terrorista, numa corporação, como Wal-Mart ou Exxon Mobil, colocando conteúdos no YouTube, na blogosfera, fingindo que isso é independente. Isso nos deixa à mercê de uma nova oligarquia, num mundo onde é mais difícil checar a verdade que na mídia tradicional.”
Inclusive, um dos mal presságios de Keen são os blogs. Ele sugere que as pessoas só deveriam usar blogs se realmente soubessem faze-lo e não por modismo.
A idéia de Keen não é de toda ruim. Quando se trata de internet e mercados de modismos americanos, devemos ter cuidado em dobro e não sair por aí anunciando as idéias sem uma digestão crítica do assunto. Nesse sentido, há muitos blogueiros que usam seus blogs para atrair atenção própria sem entregar aos seus leitores um bom conteúdo. Quem concorda com keen?
Marcadores: crise, internet, web 2.0
sexta-feira, novembro 2

Internet: Produtos de consumo rápido?
Sites festejados como o Second Life e o MySpace, até há poucos dias ditos como um dos precussores da web 2.0, foram escolhidos pela revista Time como os cinco piores da web. Isso demonstra cada vez mais, que em se tratando de internet, não se pode sair de cara investindo tudo nesses produtos. Para se ter uma idéia, o SL foi escolhido como sendo o site mais difícil de se navegar.
Dá pra notar que a métrica para o sucesso da internet (na minha opinião) está na inovação, na frequencia e na permissão. Isso é básico. Veja o exemplo do Google: ele está sempre inovando e monitorando sua frequência para se antecipar as mudanças. A nova novidade do Google é o gPhone, um sistema operacional que está sendo desenvolvido para dispositivos móveis. O terceiro eixo, que é a permissão, é encabeçada pela web 2.o em si. São sites que promovem dispositivos para permitir que usuários participem democraticamente do conteúdo. Um exemplo disso é o novo fenômento da internet: O Facebook.
O idealizador do site, Mark Zuckerberg, que tem apenas 23 anos, havia recusado uma proposta de venda para o Yahoo no valor de US$ 1 bilhão. (Ousado o garoto, hein?) Interessante que Zuckerberg insiste em dizer que o Facebook não é uma comunidade social. É, sim, uma ferramenta para facilitar o fluxo de informação entre amigos, familiares e colegas de trabalho. Em maio o garoto foi capa da Fast Company.
Uma das razões para o sucesso do Facebook, segundo especialistas, é justamente a facilidade de inserção de conteúdo (geek), facilitando a edição da páginas pelos internautas. Vejam que a inovação, frequência e a permissão estão fazendo a cara do Facebook, pois ele é mais dinâmico do que o Orkut.
Mas será que mesmo assim o Facebook vingará? só o pouco tempo dirá, pois na internet é sempre assim. Um prazo muito curto para tudo.
O que se sabe, é que algo como a internet deve ser analisada como muito cuidado antes de se "engolir" qualquer coisa.
Danilo sempre em crise.
Marcadores: facebook, Informação, internet
quarta-feira, setembro 12
Sites de relacionamento custam US$ 260 mi por dia a empresas, diz estudo.
Pesquisa inglesa revela que empresas estão perdendo produtividade com funcionários que acessam sites de relacionamento durante o trabalho.
De acordo com a empresa de advocacia trabalhista britânica Peninsula, 233 milhões de horas são perdidas mensalmente por empregados que "desperdiçam tempo" em sites de relacionamento.
Os sites preferidos dos ingleses são o Facebox, Orkut, MySpace etc.
Isso está fazendo com que empresas bloqueiem o acesso a sites do tipo alegando prejuízos com funcionários que estão "morcegando no trabalho".
Enquanto algumas empresas vêem esses sites como forma de motivar os trabalhadores, outras desaprovam seu uso.
No mês passado, a administração regional do condado de Kent, na Inglaterra, proibiu funcionários de usar o site Facebook em uma tentativa de eliminar "desperdício de tempo".
Mas o sindicato dos trabalhadores britânicos TUC - Trades Union Congress - argumenta que proibições não são a resposta e que firmas deveriam, ao invés disso, criar regulamentos.
A entidade disse que os empregadores têm o direito de impedir que trabalhadores visitem os sites durante o dia de trabalho, mas acha que os funcionários deveriam ter permissão de usar o horário do almoço para falar com amigos nos sites.
A problemática está lançada e deve crescer. A situação se agrava aqui no Brasil com os problemas relacionados a falta de flexibilidade da CLT diante do assunto.
Mas os sites de relacionamento são realmente importantes no trabalho?
Nesse meio-tempo, cientistas lançam dúvida sobre o papel real de sites de relacionamento na vida social das pessoas fora da internet.
O pesquisador Will Reader, da Sheffield Hallam University, no norte da Inglaterra, vem conduzindo pesquisas sobre os novos tipos de amizade desenvolvidos online.
Ao apresentar seu estudo no BA (British Association) Festival of Science da York University, ele disse que as imensas listas de contatos de alguns membros do Facebook e MySpace não são representativas do seu verdadeiro status social.
Estudos feitos no início da década de 1990 revelaram que a maioria das pessoas tem cerca de 150 amigos e conhecidos, mas apenas cinco amigos próximos.
Reader disse que o número também se aplica a usuários de sites de relacionamento.
O pesquisador acrescentou que as pessoas consideram o contato face-a-face essencial na construção de relacionamentos próximos.O site Facebook, criado em 2004 por um grupo de estudantes da Harvard University, nos Estados Unidos, tem cerca de 30 milhões de usuários no mundo. O site MySpace tem 200 milhões.
Adaptado do site da BBC.
Marcadores: internet, marketiing de permissão
terça-feira, agosto 28

O google não pára de inovar.
O sistema ainda é novo mas já assusta pela novidade. O Sky - extensão do Google Earth - é o novo serviço do Google para observar agora o universo.
Uma das funções Sky foi batizada de Quintal Astronômico. Ela destaca as estrelas, as galáxias e as nebulosas que podem ser vistas a olho nu ou com o auxílio de binóculos e pequenos telescópios. Tem como objetivo ajudar as pessoas, principalmente os astrônomos amadores, a reconhecer com maior facilidade áreas do céu à noite. O programa conta com 120 fotos em alta resolução, feitas pelo telescópio Hubble, a mais potente máquina usada para produzir imagens do espaço. Foi com a utilização desse equipamento que os pesquisadores conseguiram comprovar a existência de buracos negros no núcleo das galáxias e entender o processo de nascimento e morte das estrelas. Quando se clica sobre uma dessas fotos, a tela mostra um quadro com textos informativos, retirados do banco de dados da agência espacial americana, a Nasa. O programa também está conectado diretamente à Wikipédia, a enciclopédia da web.
Ainda: O Sky permite observar a trajetória desenhada no céu pelos planetas do sistema solar durante um período de dois meses. É possível, por exemplo, localizar Netuno no firmamento em um determinado dia e hora. Ou identificar a posição da Lua e mostrar em que fase estava o satélite naquele momento. Os astronautas virtuais podem ainda usar o Sky para fazer turismo pelas galáxias saltando da Via Láctea para Andrômeda ou para as Nuvens de Magalhães. Ou até realizar uma jornada passando por todo o ciclo de vida de uma estrela. Para colocar o universo dentro do computador, o Sky utilizou imagens da Nasa e de seis observatórios internacionais. Por meio de softwares específicos, as fotos foram agrupadas umas ao lado das outras até que se formasse uma imagem nítida de cada recanto conhecido do universo – uma construção semelhante à executada com as imagens de satélite da superfície da Terra no Google Earth.
- Notícias recentes do Google que não pára:
O Google comprou a empresa de anúncio online DoubleClick por US$ 3,1 bilhões;
Google é a marca mais valiosa do mundo, segundo pesquisa encomendada pelo Financial Times;
Ajuste no design do Orkut dá roupa nova ao site;
Uma das novidades mais impressionantes do Google, com 200 milhões de downloads, é o programa de mapas Google Maps Street View. O recurso permite que uma pessoa observe uma rua – com as fachadas das lojas, as casas e os carros – como se estivesse circulando pela calçada. É possível realizar giros de 360 graus.
É crise.
Marcadores: inovação, internet, mercado
terça-feira, agosto 7

Cresce o número de processos contra o You Tube
Em Nova yorque, novos processos foram protocolados contra o Youtube, por infração de direitos autorais.
A Viacom, dona da MTV, processou o Google e o YouTube em maio cobrando indenização de 1 bilhão de dólares por infração de direitos autorais e exigiu a remoção de centenas de milhares de vídeos que foram colocados à disposição sem permissão.
"A mensagem clara e cada vez maior para o YouTube e o Google é simples: o modelo de negócios insensível e oportunista deles é contrário ao que é certo, contrário à lei. Deve ser parado e será", disse o porta-voz da Liga Inglesa, Dan Johnson, em nota.
A ação foi originalmente impetrada em Nova York em 4 de maio de 2007. O Google não fez comentários imediatos sobre o caso.
Fonte Agencia Reuters.
Marcadores: Informação, internet, variedades
segunda-feira, julho 23
Time elege SL como um dos piores lugares da InternetHoje a
Time, talvez a mais lida revista do mundo, saiu com uma reportagem onde listava os “5 sites da Internet para se evitar”. Entre eles estava o Second Life. Como eu sei que há muitos que odeiam o universo virtual – eu me divirto, mas vejo os problemas – achei que seria interessante colocar aqui a tradução (minha) do artigo, originalmente
aqui. Há uma boa dose de polêmica gratuita, até porque um dos outros sites listados é o
Myspace.com, verdadeira instituição lá fora. Mas enfim, ao artigo.
Nós temos certeza que alguém aí está curtindo o Second Life, mas por quê? Visualmente, este vasto mundo virtual pode ser impressionante, mas é notoriamente lento para carregar (roda num software gratuito que você tem de baixar) e difícil de navegar, mesmo que com uma conexão de banda larga. Você interage neste espaço por um avatar, mas criar e personalizar essa representação animada de si mesmo é tedioso. Movimentos parecem sem desenvoltura e pode ter uma lag [lentidão por causa da conexão] terrível. Como em vários sites, há uma curva de aprendizado para novatos, mas a do Second Life é simplesmente íngreme demais. E há pessoas malucas em todos os cantos – tipos perturbadores que espalham pichações e entram na sua frente, te jogando.
Os fãs enaltecem o Second Life como um lugar virtual onde você pode encontrar pessoas, conversar e comprar tênis e imóveis (isso é coisa de mentira por dinheiro de verdade e dançar e jogar boliche e fazer sexo – sugerindo que “humanos virtuais” fazendo “coisas humanas” online no Second Life é de alguma forma menos patético que, vamos dizer, cozinhar Kaldorei kabobs de aranha [uma "receita" do World of Warcraft] ou pantalonas mágicas em
World of Warcraft. O apoio do mundo corporativo ao metaverso como um lugar para encontros da equipe e sessões de treinamento tenta empresatar ao Second Life uma camada de legitimidade. Mas talvez seja o caso de alguns CEOs [diretores-executivos] tentando muito fortemente serem modernos.
Danilo Mota
Marcadores: inovação, internet
sexta-feira, julho 20
Alta Velocidade
Idosa tem a conexão mais veloz do mundo de acordo com o site The Register, a internet caseira mais veloz do mundo pertence a uma senhora sueca de 75 anos. A idosa adquiriu seu primeiro
computador há pouco tempo, e logo ganhou a conexão de 40 Gb/s de presente de seu filho, um guru da internet óptica da Cisco. De acordo com a nota, o segredo está em uma nova técnica de modulação que permite que dados sejam transferidos entre dois roteadores separados por 2.000 km. Com a conexão, é possível baixar um filme em DVD em apenas 2 segundos.
Leia o artigo do The Register:
Marcadores: Informação, inovação, internet
quarta-feira, maio 23
Dados de abril apontam marca de 21 horas e 44 minutos por usuário na web
22/05 - 12:25
O Ibope Net/Ratings anuncia um novo recorde na internet brasileira. Segundo informações do Instituto o mês de abril alcançou a marca de 21 horas e 44 minutos por usuário na web. Esse é o maior período de utilização da internet desde setembro de 2000, e faz com que o País na liderança de uso doméstico em todo mundo. O tempo é 49 minutos (ou 3,9%) maior se comparado com março.O número de pessoas com acesso à rede mundial continou em 25 milhões de brasileiros, enquanto os que possuem acesso à web em qualquer ambiente (casa, trabalho, escolas, universidades e outros locais) variou 0,8% - passando de 32,9 milhões para 33,15 milhões. O crescimento anual de horas navegadas é de 11,8%. Segundo Alexandre Sanches Magalhães, coordenador de análise do Ibope, “a influência de melhores conexões e conteúdos mais atrativos e que demandam mais tempo do usuário ajudam a explicar esse novo recorde”. Estados Unidos, com tempo médio por internauta residencial de 18h49min, França, com 18h32min e Espanha, com 18h30min, ficaram na segunda, terceira e quarta colocação por tempo de utilização, respectivamente.
Marcadores: internet, mercado, Mídia

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