quinta-feira, setembro 10

Em crise com os modelos pré-estabelecidos

O padrão ouro

As vezes ficou pensando por que sofremos uma pressão tão grande da sociedade como um todo. Me refiro ao que devemos ser, do que devemos fazer, do curso tal, da empresa x e pós aí vai.

Há alguns dias fiz uma palestra pra estudantes abordando justamente o termo: Sucesso x Felicidade. Como sou curioso, antes da palestra procurei ler e analisar compulsivamente sobre o assunto e tive uma triste confirmação: a globalização está nos fazendo ser cada vez mais padronizados. Nos fazendo proceder comparações com um modelo já estabelecido e pronto. O que prejudica a individualidade, o único de cada um. E é justamente isso que vem atrapalhando muita gente principalmente jovens a entrar no mercado de trabalho e conseguir melhores resultados na vida.

É fato que precisamos de uma dose de cobrança de cada dia. Mas há uma cobrança excessiva aos jovens pra que eles dêem um resultado no Enem, por exemplo. Quem está em outro estágio (faculdade) tem que dar conta das provas e além de tudo, de fazer um bom exame do provão (Enade) e por aí vai. Como sabemos existe o padrão de vestimenta, de fala, de assistir o mesmo filme etc.

A filósofa Viviane Mosé e o grande escritor Eduardo Giannetti da Fonseca falam sobre isso em alguns vídeos que assisti. É preciso sempre procurar encontrar o tal Equilíbrio. Só assim poderemos conviver melhor com as cobranças. Mas pra isso é importante também conhecer mais a si mesmo. Viajar mais pra dentro de si (que conversa louca é essa!). A filosofia nesse quesito ajuda bastante. E ela anda meio esquecida por aí. Na verdade, como os exames e os parâmetros mercadológicos é que importam, todas as disciplinas que falam sobre a vida ficam pra depois. É uma pena.

Mas uma coisa que ajuda bastante também é a Atitude. E atitude vem de Atenção, que é a primeira virtude do budismo. Atenção para a vida, para as pequenas coisas, para o óbvio esquecido. E a partir da atenção que se pode gerar um estado mental de crise e de atenção por consequência.

Voltando à questão da cobrança e pressão excessiva, deixo essa dica a quem lê este post: procure ser mais curioso em relação a si mesmo; Busque o equilíbrio e busque ter atitude. É algo que, pessoalmente, vejo que anda faltando nas pessoas em geral, mas mais ainda nos jovens. Nas palestras que faço, sempre encontro as pessoas mais preocupadas em não ter atitude nenhuma e seguir algo 'pronto' do que tentar algo novo, ser diferente, ouvir um som diferente etc. E isso é uma questão muito importante. Mãos à obra.

Sucesso!

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# postado por Danilo Mota : 9/10/2009  1 Comentários

terça-feira, julho 22

Crise e Transição

Olá! Aos meus leitores, informo que estou em crise. E como sempre, estou precisando me reinventar pra retomar a rotina de postar mensagem aqui no blog.
Isso já vem acontecendo desde a época que eu trabalhei na Petrobras. Ando meio em crise com as empresas, com as pessoas e recentemente em crise com o marketing. Não estou mais na empresa onde eu trabalhava, na Orvel, e acabei também em crise com o varejo, que na minha opinião, não sabe direito que rumo tomar. Eu sabia disso de certa forma, mas sou teimoso o resolvi testar na prática. E a minha opinião não mudou.
A verdade é que eu estou refletindo que rumo tomar diante da falta de rumo nas empresas e no mercado. Pra onde ir?
Resolvi apostar no que gosto de fazer: Lecionar.
É isso mesmo, agora vou investir na educação. Cansei de tentar a vaga de "executivo de grandes empresas". Vou investir nas minhas palestras, cursos da Gerir Consultoria e ser mais feliz.
A crise eu deixo pras empresas, executivos e demais pessoas que não gostam da arte do pensar. Afinal, filosofia não é arte de pensar?
Enfim, deixo vocês com a reflexão: É preciso pensar e repensar a forma de pensar, como diz Morin. É pensar sobre o pensamento. Transcender de você. Entendeu? então pense!

OBS: Essa internet discada é horrível. Não vou poder escrever mais do que isso.

Até breve.
Danilo Mota
Sempre em crise.

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# postado por Danilo Mota : 7/22/2008  1 Comentários

terça-feira, maio 20

A GM continua em crise



É hora da mudar



A General Motors do Brasil está enviando dividendos à matriz nos Estados Unidos, que passa por severa crise. Incluindo as operações financeiras, o grupo teve prejuízo de US$ 3,25 bilhões no primeiro trimestre. Já a região liderada pelo Brasil obteve o maior lucro dentro da empresa, de US$ 517 milhões.

Em tempos difíceis, investimos pesadamente no Brasil, e neste momento é a GM brasileira que está pagando dividendos, disse o presidente mundial de operações da montadora, Fritz Henderson. Ele chegou ontem ao País para participar, hoje, da comemoração dos dez anos da fábrica de Gravataí (RS) e da marca de 1 milhão de carros produzidos na unidade.

Número dois no comando da maior montadora americana, Henderson é o segundo executivo do alto escalão da indústria automotiva a visitar o Brasil nos últimos dias. Na semana passada, o presidente mundial da Volkswagen, Martin Winterkorn, participou, em São Bernardo do Campo (SP), da inauguração de um centro virtual de desenvolvimento de carros e da cerimônia que marcou a produção de 18 milhões de veículos da marca no País. O mercado brasileiro deve bater novo recorde vendas este ano, com quase 3 milhões de unidades. Em 2007, foram vendidos 2,45 milhões de veículos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

No portal da Revista Exame, há uma entrevista como Alberto Saraiva, do Habib's que comenta sobre uma coisa simples: controlar despesas. Será que a GM não tem nada a aprender com Saraiva?

Veja: http://www.truetech.com.br/webtvconsole/usuario/webtvconsole.php?console=30&canal=23&video=1586

Danilo Mota

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# postado por Danilo Mota : 5/20/2008  0 Comentários

quinta-feira, novembro 22

Visões de Tom Peters para animar o dia


"O cara" da crise continua suas provocações:


Mudança
O mundo viu a chegada do dragão chinês. Temos que levar em conta a existência desses novos capitalistas.
A inovação tem de ser o motor da mudança. O primeiro passo para a mudança pessoal é compra um espelho.

Talento
O talento é o recurso mais importante da economia.

Todos dizem que as pessoas estão em primeiro lugar. Mas a maioria das pessoas têm medo de contratar alguém mais talentoso do que elas.

Deveriam-se contratar pessoas entusiasmadas para assumir cargos de gerenciais. Tornar-se um gerente é a terceira coisa mais importante da vida de uma pessoa, depois de casar-se e tornar-se pai ou mãe.

Liderar talentos significa com amor, com comprometimento, paixão e um apetite insaciável por mudança.

O RH deveria ser a área do talento. Os RHs hoje são centros de custos. Veja o Cirque du Soleil, eles são bons em achar gente fantástica. Possuem um banco de dados de 25 mil pessoas do mundo todo para trabalhar.

A estratégia de RH deve ser a estratégia do negócio. As pessoas querem fazer parte de algo maior que elas.

Capacitação
Procure o melhor e encontre pessoas de talento. Desenvolva-as e pague.
Capacite e capacite o ano todo. Treinar é a pedra angular desta era do talento.
Aprecie o trabalho e o cuidado com as pessoas. Todo mundo gosta de ser apreciado.
As pessoas são distintas ou extintas.

O que você faz de diferente? Faça algo que mais ninguém faz e re-imagine a organização e a proposta fundamental do negócio.


É crise.

Danilo Mota

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# postado por Danilo Mota : 11/22/2007  0 Comentários

quarta-feira, novembro 14

Crise na web 2.0


A web 2.o é uma ameaça a cultura?

A internet tem essa desvantagem de tornar as idéias e até produtos com um ciclo de vida de produto muito curto. E, segundo o estudioso Andrew Keen, o que a mídia vem chamando de web 2.o não passa de uma jogada de mercado para alimentar profissionais que não conseguiram atuar na grande mídia. Esse pensador inglês e crítico da web colaborativa, considera esse movimento uma “picaretagem.” Pioneiro na internet nos anos 90, ele é autor do livro “O culto do amador” (ainda sem tradução para o português), que comenta as falácias da internet na sua visão.

Frases contundentes do cara:
“Mais e mais pessoas pensam que a música deve ser livre e estão roubando-a”.
“A democratização da mídia formará uma nova oligarquia, pois a democratização não existe. Existe um pequeno grupo comandando a web 2.0.” - A Oligarquia a que se refere Keen, segundo ele são formados por jornalistas fracassados que não conseguiram serem bem-sucedidos e encontraram na web 2.0 uma válvula de escape.
Esses jornalistas atendem a interesses de acionistas de empresas como Gooogle e Myspace a quem estão ganhando dinheiro.
“Na mídia tradicional há meios de checagem das informações, no mundo on-line, não”.
“No mundo on-line, não sabemos quem são essas pessoas que operam em sites como Digg.com (o site que estabelece um ranking de notícias interessantes com base no voto de internautas), Reddit ou Wikipédia. Elas poderiam estar num programa do governo, numa organização terrorista, numa corporação, como Wal-Mart ou Exxon Mobil, colocando conteúdos no YouTube, na blogosfera, fingindo que isso é independente. Isso nos deixa à mercê de uma nova oligarquia, num mundo onde é mais difícil checar a verdade que na mídia tradicional.”


Inclusive, um dos mal presságios de Keen são os blogs. Ele sugere que as pessoas só deveriam usar blogs se realmente soubessem faze-lo e não por modismo.

A idéia de Keen não é de toda ruim. Quando se trata de internet e mercados de modismos americanos, devemos ter cuidado em dobro e não sair por aí anunciando as idéias sem uma digestão crítica do assunto. Nesse sentido, há muitos blogueiros que usam seus blogs para atrair atenção própria sem entregar aos seus leitores um bom conteúdo. Quem concorda com keen?
Uma entrevista com o autor pode ser lida no site da Revista Época: http://revistaepoca.globo.com/
Tirem suas próprias conclusões...

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# postado por Danilo Mota : 11/14/2007  0 Comentários

quarta-feira, novembro 7

O Marketing em crise

Profissionais de marketing só sabem gastar

Os profissionais de marketing serão cobrados, cada vez mais, pelo retorno de cada centavo investido. Em entrevista ao Mundo do Marketing durante passagem pelo Brasil, Peter Krieg alertou para o fato de que os profissionais deste segmento, até hoje, só souberam gastar dinheiro e não se preocuparam em calcular o retorno sobre o investimento. Mais do que isso, Krieg condenou as ações de marketing que são baseadas na intuição.

O feeling não funciona mais, alerta Peter Krieg ao lado de Kevin Clancy no livro “Marketing muito além do feeling: Como o marketing científico pode gerar lucros extraordinários” (Campus). O Presidente, COO (Chief Operating Officer) e um dos fundadores da Copernicus Marketing Consulting não acredita também em agências de comunicação que entregam anúncios para as diferentes mídias. Krieg salienta que a Internet mudou a forma como as pessoas compram e, claro, quem não mudar a maneira de vender vai ficar com o estoque cheio.

Segundo o especialista em marketing científico, cada ação de marketing deve nascer com base em modelos estatísticos e arduamente testados a fim de minimizar os riscos de erros e maximizar o índice de sucesso. Há de se fazer, também, um planejamento minucioso de longo prazo sabendo onde investir cada centavo e quanto foi o retorno de cada ação. Parece difícil, mas Krieg simplifica o marketing que dá resultado.

Quais foram as principais mudanças pelas quais o marketing passou nos últimos anos?
A Internet mudou tudo. Mudou a publicidade, mudou a forma como vendemos e criou um novo meio de se comunicar. Há ainda tudo que é digital: o celular e a TV interativa, mas a Internet é a maior delas. Isso mudou a forma como as pessoas compram também. Há um novo paradigma na publicidade em TV, que também encaminha as pessoas para a web, onde podemos testar os produtos e obter mais informações. Os consumidores agora podem ter seus pedidos respondidos on-line e é possível fazer o marketing um a um, com anúncios diferentes. Nós falamos sobre isso há pelo menos 20 anos e agora é possível.
A tecnologia permitiu este avanço. Ela possibilita se comunicar de forma diferente com consumidores diferentes. Posso usar programas que toda vez que eu comprar alguma coisa em uma loja o computador vai saber e poderá enviar e-mails de acordo com um histórico. Não é mais um julgamento humano.

Quais mudanças as empresas precisam implementar para se adequar a este novo momento?
Elas precisam contar com suas agências de publicidade para ajudá-las, mas elas também estão tentando se adaptar a este novo momento. Não há como fazer o mesmo comercial de TV para a Internet. É preciso encontrar agências diferentes, uma para a web, outra para TV, outra para marketing direto e implementar um processo em que todas funcionem bem de acordo com este novo cenário.

E como fica a estratégia diante disto?
A estratégia é a mesma. Uma boa estratégia começa com a definição do target e a Internet não mudou isso. É a mesma questão de achar uma razão para que as pessoas comprem o meu produto. É o preço, a forma de vender, a cor. O que mudou é como encontro o público-alvo, quando o encontro e o que falo para ele nas diferentes mídias.

Quais são os caminhos para implementar práticas de marketing para obter resultados quantificáveis?
Na Internet podemos mensurar tudo com precisão, mas as outras mídias precisam ser mensuradas da mesma forma. Os anúncios na TV e nos jornais precisam indicar quantas vendas geraram. É preciso mensurar a todo tempo e a tecnologia está aí para ajudar todo mundo.
Quais são as características do marketing baseado no feeling?O marketing sempre esteve baseado na criatividade e na intuição. A criação sempre foi importante para o marketing. A inovação também, mas elas sempre foram baseadas no feeling. Com isso, as chances de se cometerem erros são muito maiores. Gasta-se mais e coloca-se dinheiro na mídia errada. É preciso testar diversas idéias para encontrar uma que realmente tenha sucesso. A intuição também precisa ser testada no mundo real. É como uma pesquisa em que você simula os cenários. Tudo deve ser testado.

E quais são as características do marketing baseado na ciência?
O marketing baseado na ciência é isso: prática e melhora após diversos testes. É preciso testar com uma abordagem científica para tomar uma decisão. Não pode haver risco de implementar algo que você acredita, mas que no mundo real não funciona. Você pode até ariscar porque as vezes até funciona, mas probabilidade de acerto é maior quando há uma abordagem cientifica.

Como as companhias podem minimizar os risco de uma inovação, por exemplo?
Tudo deve ser simulado, testado, pré-testado. Não se pode testar num laboratório. É preciso ir para a vida real para minimizar os risco e maximizar as possibilidades de sucesso.

Quando se pensa no plano de marketing, há trilhões de opções em termos de mídias, por exemplo, mas qual delas você vai investir e ter o melhor retorno? Quanto vai investir em cada uma delas?
Quando você investe baseado na intuição as chances de colocar a verba em algo que não dá certo é muito grande.

Como fazer uma análise de desempenho do marketing?
É preciso calcular o retorno sobre o investimento em marketing. Olhar para as vendas e ver quantos dólares foram investidos que trouxeram retorno. Nos Estados Unidos, uma boa campanha, por exemplo, traz apenas 54 centavos de retorno para cada dólar investido. Então, se perde dinheiro. Assim, é melhor colocar o dinheiro num banco porque rende mais. Não estou dizendo que os anúncios são ruins ou não funcionam, mas a forma como as pessoas estão trabalhando é que está errada. A maioria dos anúncios não são pré-testados e não mensuram quantas pessoas vão querer comprar um produto após ver o comercial. Não adianta todo mundo gostar de um comercial e não comprar o produto.

Qual é o caminho a ser seguindo para não cair neste problema?
O grande problema é que os profissionais de marketing tem que fechar o ano com um determinado número de vendas. E se ele decidir fazer uma pesquisa em janeiro ou fevereiro pode ser tarde demais. O que está acontecendo é que os profissionais de marketing não estão ficando mais de dois ou três anos em seus cargos. Então, durante esses anos, se eles pensarem em um planejamento de médio prazo, o caminho pode ser outro, pois o que está sendo feito hoje não está trazendo resultado. Os profissionais de marketing também precisam entender de finanças. Eles só sabem gastar, mas, cada vez mais, daqui para frente, eles serão cobrados pelo retorno sobre cada centavo que foi investido.

É crise...

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# postado por Danilo Mota : 11/07/2007  0 Comentários

terça-feira, outubro 23

Será que o Sempre em Crise está ficando Pop?


Reflexão rápida

Esses dias eu inseri no código deste blog, o Google Analytics. Pra quem não sabe, essa ferramenta monitora tudo do seu blog. Desde a visitação, até o país dos visitantes.

Daí, fiquei surpreso ao ver que pessoas da China, Taiwan, Austrália e tantos outros acessaram meu blog – apesar da rejeição dele ainda ser alta. É incrível este lado da internet, de dar voz as pessoas como eu ou qualquer um que queira se manifestar – e ser apedrejado também.

Então me veio uma reflexão curiosa. Com o advento do Google Analytics, eu comecei a monitorar o blog quase que dia-a-dia. E isso me deixou curioso para saber quais os assuntos estavam sendo mais visitados. Isso foi legal, mas acabei ficando em crise por que sempre lutei, de certa forma, contra o poder das mídias de massa (não só eu, mas acho que todos os blogueiros de certa forma). Daí eu me vi buscando artigos para agradar ao leitor e gerar tráfego - e quem sabe um patrocínio de publicidade do Google. Algo errado nisso? Acho que em parte sim. Tive de parar alguns dias e refletir. Será que devo escrever só o que interessam a maioria? Não. Assim eu (blog) estaria me tornando um produto de consumo rápido e quem sabe de massa (na internet, claro). Veio o veredicto: O sempre em crise estava ficando pop.

Resolvi então rever todo o conceito de blog expresso por vários especialistas e intelectualóides de plantão. O consenso é que o blog é ferramenta individual de divulgação de idéias para pessoas que compartilhem com suas idéias. Monitorar o blog é importante? Sim, mas deve-se haver o equilíbrio para não haver massificação de conteúdo. Isso acontece com a Veja, A Globo e tantos outros meios de mídia, que ganham dinheiro expondo notícias que interessam a certas marcas que tenham certos interesses. Isso não teria problema se essas marcas não interferissem de forma indireta nas reportagens.

Por isso leitores, uni-vos o Sempre em Crise estará firme em seus princípios. E isso é o que vale: ser fiel a si mesmo e aos seus valores. E você? Já fez sua reflexão hoje?
Entre em crise comigo e voltemos às raízes.

Até Breve.
Danilo Mota

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# postado por Danilo Mota : 10/23/2007  0 Comentários

segunda-feira, agosto 6

A educação digital em crise




Desconectados - Sem supervisão os alunos só ficam nas salas de bate-papo.

Dessa eu já sabia. Uma recente pesquisa do MEC descobre que a inserção de computadores em escolas está fazendo a educação piorar. A questão ocorre basicamente por que não há uma supervisão do conteúdo acessado e de suporte para balizar as pesquisas dos alunos. Outra questão é que os professores não receberam treinamento para lidar com a questão pedagógica dos computadores. A pesquisa concluiu que estudantes que usuam computadores nas escolas estão seis meses atrasados em matérias curriculares em relação aos alunos sema acesso ao equipamento.

Para chegarem a tais conclusões, os especialistas reuniram as notas dos estudantes nas três últimas edições do Saeb, prova aplicada pelo MEC para aferir a qualidade do ensino básico. Por meio de recursos estatísticos, eles conseguiram medir o grau de influência do computador sobre o desempenho dos alunos com acesso ao aparelho – 38% das escolas públicas já têm PCs instalados.

Outras pesquisas a nível mundial, já têm mostrado que os PCs contribuem pouco (ou nada) para a excelência dos alunos nas escolas. Mas até o momento não se tinha noção de que isso seria tão negativo. A especialista Fabiana de Felício, autora do estudo: "Sem a supervisão dos professores, as crianças perdem tempo em frente ao computador com atividades sem nenhuma relevância para o ensino". Leia-se: jogos e bate-papos virtuais. Em países onde os computadores começaram a contribuir para o aprendizado, tais projetos só foram adiante com sucesso porque os professores receberam treinamento para fazer uso dos PCs para fins pedagógicos.

Pasmem ou não, "os professores mal sabem ligar o computador", resume Roseli Lopes, coordenadora no Núcleo de Sistemas Integrados da Universidade de São Paulo (USP). Ela é uma das responsáveis pela implantação de um programa do governo federal cujo objetivo é distribuir laptops aos 30 milhões de estudantes da rede pública.

É isso o que temos visto: os computadores são jogados dentro dos laboratórios sem se pensar em quem vai operar a máquina. É preciso treinar os professores, adaptar os aparelhos a projetos pedagógicos e supervisionar seu uso pelos estudantes. É crise!

E vc o que acha? Comente...
Conteúdo adaptado da Revista Veja.
Danilo Mota.

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# postado por Danilo Mota : 8/06/2007  0 Comentários

segunda-feira, julho 16

Live Earth em crise

Pode ser que conscientização tenha sido boa, mas o concerto mundial Live Earth deixou a desejar no quesito contenção de problemas. Realizado nos cinco continentes, com o intuito de mobilizar a população mundial contra o aquecimento global, os shows do Live Earth emitiram 31,5 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2) no mundo - cerca de três mil vezes mais que um britânico emite em um ano. O cientista John Buckley foi quem chegou a esse número, levando em conta a emissão de público e artistas durante deslocamento e toda a energia consumida durante os concertos realizados em todo o mundo.

É crise!

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# postado por Danilo Mota : 7/16/2007  0 Comentários

quarta-feira, janeiro 31

Mulher em crise

Mulher envenena marido para turbinar seios com dinheiro do seguro

30/01/2007 - 19h08

Uma norte-americana mãe de quatro filhos confessou nesta terça-feira que envenenou e matou o marido para ganhar a grana do seguro de vida e poder pagar uma cirurgia para aumentar o tamanho de seus seios.O caso aconteceu na Califórnia, em fevereiro de 2002. Cynthia Sommer, 33, deu sumiço no seu marido, Todd Sommer, envenenando-o com arsênico. Todd tinha 23 anos, era marine e era o segundo marido da acusada.Na época, pensou-se que Todd tinha morrido de problemas cardíacos. Mas a viúva negra estava muito alegrinha, o que deixou os policiais com a pulga atrás da orelha.A polícia descobriu então que, depois de ter recebido os US$ 250 mil do seguro de vida (quase R$ 533 mil), Cynthia fez uma cirurgia para aumentar os seios. Para aproveitar os novos atributos, ampliou o número de namorados, deu várias festas loucas e até viajou ao México para participar daqueles concursos de garotas de camisetas molhadas (uhú!).Em 2003, a polícia fez uma necropsia e descobriu vestígios de arsênico no corpo de Todd. A festa acabou: Cynthia foi parar nos tribunais, confessou e agora ela e seus seios podem ser condenados até mesmo à prisão perpétua!O Editor do UOL Tablóide pergunta-se: o que será que Cynthia fez ao seu primeiro marido?

Fonte: AFP

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# postado por Danilo Mota : 1/31/2007  1 Comentários

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